O primeiro movimento de arte na publicidade foi principiado por Andy Warhol nos anos 60, nos EUA, quando o artista enxergou, em um simples enlatado de sopa, uma oportunidade de revolucionar não somente o movimento da pop art mas também a publicidade. Campbell tornou-se a latinha de sopa mais famosa do mundo e com designer inovador expandiu a idéia de que a arte e a publicidade podem sim caminhar juntas. Andy também deixou sua marca em garrafas da Coca-Cola e pintou com variações de cores, rostos de ícones mundiais como: Marilyn Monroe, Michael Jackson, Elvis Presley, Pelé, Che Guevara.
O movimento da pop art entrou no cenário brasileiro também nos anos 60, em meio a ditadura militar. Muitas pinturas foram utilizadas como instrumento de denúncia política e social. Na musica surgiram deuses da MPB: Elis Regina, Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, dentre outros. Era o Brasil tentando se expressar através da arte e da cultura.
Em meio a esse caldeirão cultural dos anos 60 nasceu Romero Britto, o artista pop brasileiro. Hoje conhecido mundialmente por seu traço ousado, criativo, com cores vibrantes e elementos como linhas, pontos e formas geométricas variadas. Por sua originalidade, suas pinturas passaram a ser utilizadas para a publicidade e o marketing.
Em 2010, as pinturas de Romero podem ser vistas nos rótulos da edição comemorativa de 150 anos da Campari. A loja de perfumes Água de Cheiro também utilizam a arte de Britto em todas as suas linhas de perfumes nesse Natal, assim como o Rei do Mate que traz em seus copos uma pintura personalizada do logotipo.
Mas a união da arte com a propaganda abrange diferentes opniões. Criticos que apoiam tal fusão, defendem que há uma associação da arte e/ou do artista com o produto, assim ajudando no marketing da empresa e de certa forma na divulgação do artista. Entretanto outros críticos usam o argumento de que a verdadeira essência da arte não é a venda propiamente dita, mas acima de tudo a apreciação e interpretações mútuas de uma obra.
Como estudante de comunicação social, acredito que a arte e publicidade podem sim caminhar juntas, afinal a história de ambas se cruzam desde os antigos cartazes publicitários, pintados por grandes artistas da época, à latinha de sopa Campbell, que inovou em todos os sentidos. E claro, hoje essa união de sucesso perdura e é representada mundialmente por vários artistas, principlamente o brasileiro Romero Britto: o Rei da Pop Art, quiçá Rei da Pop Art na Propaganda.
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| Lata de sopa Campbell |
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| Edição comemorativa de 150 anos Campari |
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| Perfume Água de Cheiro |
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| Propaganda do copo do Rei do Mate |




égua mics, que post lindoooo *-* arrasou.
ResponderExcluirQuando eu digo que pop art, na verdade não só ele, mas, quando me refiro que história envolve tudo, eu tô certo. Na publicidade então, por isso que juntando os dois dá em filho, -n. Mas é que é um aproveitamento amplo e o principal que é o desenvolvimento da cultura em evidência de um tanto de estilos novos e "modernos" que são investidos nos nosso comerciais, e as pessoas gostam de inovação, e gostão do que aparantemente é belo, pois é como na semiótica, as vezes nem é algo que preset mesmo, mas a gente quer o que tem a embalagem melhor e tudo mais, porém, boa escolha da Campari comemorar com o Pop art, estilo de pessoas que eram usadas e com certeza consumiam esse produto e muitos outros, tipo a "verdinha", HAHAHAHAH. AMEIIIIIIIII MICS *-*